Segundo o "Tomer Devorah", fantástico livro de autoria do genial RAMAK (Moshé Cordovero):
1) Quem é um D-us como Tu? - Primeiro "Adonai" dos 13 Atributos
Isto se refere ao Santo, Bendito Seja, que como um Rei que é insultado, recebe o insulto de uma maneira que está acima da compreensão humana. Pois observe que, sem dúvidas, não há nada que se esconda de Sua supervisão. Mais ainda, não existe um momento em que o homem seja nutrido, ou que ele exista, que não seja por virtude do poder divino que flui para ele. Portanto, nenhum homem jamais pecou contra D-us sem que o fluxo divino vertesse sobre ele nesse exato momento, permitindo que ele existisse e movesse seus membros. Apesar do fato de que o homem usa este poder para pecar, ele não lhe é negado de forma alguma. Mas o Santo, Bendito Seja, suporta este insulto e continua a autorizá-lo a mover seus membros, mesmo que ele use este poder, naquele momento, para o pecado e a perversidade, ofendendo ao Santo, Bendito Seja, o Qual, mesmo assim, sofre tal insulto.
Nem podemos dizer que Ele não poderia reter este bem, D-us nos livre, pois está em Seu poder, no tempo que se leva para se dizer a palavra "momento", murchar os pés e as mãos do pecador, como Ele fez com Jeroboam (I Melachim 13:4). No entanto, mesmo que esteja em Seu poder frear este fluxo divino e, mesmo que Ele tenha dito: "Se você pecar contra Mim, faça-o com sua própria força, não com a Minha", ele não retém Sua bondade para o homem, suportando o insulto, jorrando Seu poder e concedendo Sua bondade. Isto significa ser insultado e suportar o insulto, além do descritível.
É por isso que os anjos ministradores se referem ao Santo, Bendito Seja, como "o Rei Paciente [Humilhado]"(Pirke Heichalot, 25). E este é o significado das palavras do profeta: "Quem é um D-us como Tu?". Ele quer dizer: "Tu és o bom e misericordioso D-us, com o poder para vingar e cobrar Sua dívida, porém, Tu és Paciente e toleras o insulto até que o homem se arrependa." Observe que esta é uma virtude que o homem deveria tomar para si, isto é, SER PACIENTE E PERMITIR-SE SER INSULTADO na mesma medida, porém, NÃO RECUSAR SUA BONDADE aos outros.
sábado, 15 de dezembro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
Zohar para uma causa - Blog
Passarei a postar as passagens do Zohar para uma causa em um blog próprio para ele:
http://zoharparaumacausa.blogspot.com
Vou apagar as postagens deste blog para que fiquem mais organizadinhos, ok?
Chag Sameach e Chodesh Tov para todos!
http://zoharparaumacausa.blogspot.com
Vou apagar as postagens deste blog para que fiquem mais organizadinhos, ok?
Chag Sameach e Chodesh Tov para todos!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Chanuká - Como acender as velas
A festa mais divertida do calendário judaico chegou!
Hoje, após as 19hs, acendemos a primeira velinha da chanukiá!!
No site do Chabad temos a explicação completa de como acender as velas em cada dia e as bençãos apropriadas:
http://www.chabad.org.br/datas/chanuca/cha012.html
Se vc não tiver uma chanukiá e não tiver velinhas coloridas kosher, não tem problema! Pode usar as velas do Shabbat mesmo (kosher), velas budistas (são kosher tbm) ou velas artesanais feitas de parafina nova (não pode ser reciclada) ou de mel.
Improvise uma chanukiá com forminhas de empada e pronto!
CHANUKÁ SAMEACH!
Hoje, após as 19hs, acendemos a primeira velinha da chanukiá!!
No site do Chabad temos a explicação completa de como acender as velas em cada dia e as bençãos apropriadas:
http://www.chabad.org.br/datas/chanuca/cha012.html
Se vc não tiver uma chanukiá e não tiver velinhas coloridas kosher, não tem problema! Pode usar as velas do Shabbat mesmo (kosher), velas budistas (são kosher tbm) ou velas artesanais feitas de parafina nova (não pode ser reciclada) ou de mel.
Improvise uma chanukiá com forminhas de empada e pronto!
CHANUKÁ SAMEACH!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Zohar Vayishlach - Capt 14
(Fonte: Zohar para uma causa)
"E ali ele construiu um altar" (Bereshit 35:7).
É muito fácil nos entusiasmarmos com um caminho espiritual quando estamos nos iniciando nele. Fazemos tudo com paixão, com nossa alma acesa. No momento em que nos deparamos com nossa sombra, quando temos qualquer dificuldade, tomamos um "balde de água fria" e desistimos. Vamos buscar uma nova paixão em outro lugar.
Este comportamento vale para todas as nossas relações: casamento, namoro, amizade, trabalho, parcerias. É muito mais fácil nos sentirmos entusiasmados quando deixamos de lado a relação problemática e nos lançamos em novas aventuras.
A passagem do Zohar Vayishlach de hoje fala mais um pouco do significado do altar que Yaacov construiu. Ele conseguiu empreender uma dura jornada espiritual de forma a unir os mundos superiores ao mundo físico. "Construir um altar" significa, na verdade, uma forte conexão interior.
Yaacov foi o patriarca que mais passou por obstáculos e sempre manteve a chama acesa!
A má inclinação estará sempre perto de nós para nos ajudar a racionalizar e justificar nossas desistências. Os versos de Zohar Vayishlach aqui apresentados, nos dão a energia e força de vontade para completar o nosso caminho e terminar o que começamos.
A única forma de irmos a fundo e realizarmos uma transformação profunda como Yaacov fez, é sempre nos mantendo acesos, com o coração puro e não desistindo na primeira dificuldade.
Hoje vamos meditar para que todos possam manter a chama acesa em todos os setores da vida, mesmo diante dos obstáculos, tal como Yaacov para assim construirmos um mundo melhor.
Link específicoo para este tema:
https://www2.kabbalah.com/k/index.php/p=zohar/zohar&vol=10&sec=366
Link para Zohar Vayishlach:
http://www.unityzohar.com/uzreadnu1.php?submit=Go%21&parid=3133
"E ali ele construiu um altar" (Bereshit 35:7).
É muito fácil nos entusiasmarmos com um caminho espiritual quando estamos nos iniciando nele. Fazemos tudo com paixão, com nossa alma acesa. No momento em que nos deparamos com nossa sombra, quando temos qualquer dificuldade, tomamos um "balde de água fria" e desistimos. Vamos buscar uma nova paixão em outro lugar.
Este comportamento vale para todas as nossas relações: casamento, namoro, amizade, trabalho, parcerias. É muito mais fácil nos sentirmos entusiasmados quando deixamos de lado a relação problemática e nos lançamos em novas aventuras.
A passagem do Zohar Vayishlach de hoje fala mais um pouco do significado do altar que Yaacov construiu. Ele conseguiu empreender uma dura jornada espiritual de forma a unir os mundos superiores ao mundo físico. "Construir um altar" significa, na verdade, uma forte conexão interior.
Yaacov foi o patriarca que mais passou por obstáculos e sempre manteve a chama acesa!
A má inclinação estará sempre perto de nós para nos ajudar a racionalizar e justificar nossas desistências. Os versos de Zohar Vayishlach aqui apresentados, nos dão a energia e força de vontade para completar o nosso caminho e terminar o que começamos.
A única forma de irmos a fundo e realizarmos uma transformação profunda como Yaacov fez, é sempre nos mantendo acesos, com o coração puro e não desistindo na primeira dificuldade.
Hoje vamos meditar para que todos possam manter a chama acesa em todos os setores da vida, mesmo diante dos obstáculos, tal como Yaacov para assim construirmos um mundo melhor.
Link específicoo para este tema:
https://www2.kabbalah.com/k/index.php/p=zohar/zohar&vol=10&sec=366
Link para Zohar Vayishlach:
http://www.unityzohar.com/uzreadnu1.php?submit=Go%21&parid=3133
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Zohar por uma causa
Pouco falo sobre o Sagrado Zohar aqui neste blog, pois acredito que seja um assunto tão fundamental que é absolutamente esgotado em outras fontes.
Alguns dos lugares onde podemos por em prática o uso desta maravilhosa ferramenta são:
dailyzohar.com
unityzohar.com
Juntamente com duas amigas cabalistas, estou colocando em prática mais um movimento para usarmos o Zohar a fim de iluminar o mundo. Chama-se "Zohar por uma causa" e iremos nele direcionar o escaneamento coletivo para algum objetivo proeminente, como para cura de alguma doença, ou reversão de alguma catástrofe natural, ou para que se cheguem a acordos pacíficos nas mais diversas disputas no mundo.
A partir da meia noite, sempre haverá um propósito e o link para o texto do Zohar a ser escaneado.
Aqui está uma explicação sobre o Zohar e seus usos, feito pela minha amiga Maria Emília:
"ZOHAR é um livro escrito há mais de 2000 anos que contém toda decodificação dos segredos da Torá/Velho Testamento.
Esse conhecimento era exclusivo para os homens que estudavam a Torá e tinham que atender aos critérios rígidos para ter acesso a esse conhecimento, que era transmitido de forma oral. Esse estudo chama-se Kabbalah.
Pensando em preservar esse conhecimento, que foi proibido no início da era cristã, Rabi Shimon bar Yohai, se refugiou numa caverna com seu filho por 13 anos e ensinava para outros alunos também. Esses diálogos, que têm a explicação cabalística das passagens da Torá, foram redigidos por um de seus alunos e ficaram desaparecidos por cerca de 12 séculos. Localizados na Espanha, depois de todo esse tempo, eles chegam às mãos de Rabi Isaac Lúria - O Ari (Leão) – que, usando o mesmo procedimento, ensina aos seus alunos o que está neste pergaminho. Estes diálogos foram também transcritos por um aluno com mais detalhes e explicações.
Esse material é conhecido como “ Os Escritos de Ari”, suas explicações deram origem ao estudo que aprendemos hoje, chamado Kabbalah Luriana (Luria/Ari).
Este pergaminho chega, ao longo dos séculos, passando de um mestre a outro, até Rav Ashlag. Este o transcreve para o hebraico, por que o texto estava escrito em aramaico, e funda o Centro de Kabbalah, com o propósito de distribuir esse conhecimento através da edição desse pergaminho em formato de livro, que passa a ser intitulado ZOHAR (Explendor).
O nome é por que seu texto resplandece o Conhecimento do Sagrado que é a LUZ que elimina o caos do mundo. Cada Parashá (porção) da Torá, revela mistérios, segredos, ensinamentos, conhecimentos, tecnologias, que são o embasamento para construirmos uma massa crítica de pessoas com a consciência certa e proporcionarmos, dessa forma, a chegada do Messias.
Nos dias atuais, o conhecimento contido no Zohar - A Kabbalah, é amplamente estudada pelo mundo afora, através de Centros de Estudos em diversos lugares e também pela facilidade que a internet proporciona em aulas e eventos online.
Rav Berg e sua família, estão à frente do maior centro de divulgação da Kabbalah no mundo e são eles o mais importante canal para essa oportunidade que temos de estudar Kabbalah e TERMOS um ZOHAR.
Não é necessário saber hebraico, aramaico, para estudarmos o Zohar, basta olharmos (olhos janelas da alma) para as letras, que conectamos com a energia de todos os mestres que proporcionaram de geração em geração, nós termos um Zohar em nossas mãos...
Quando estudamos, ou escaneamos as diversas passagens deste sagrado texto, com desejo correto, abrimos nossa alma para receber a luz que vem da origem, do Gênesis (semente de tudo) onde só existe Luz, abundância, e atraímos bençãos, milagres e curas para nossa vida e para toda a humanidade, por que somos um.
Os Cabalistas explicam que, após a meia-noite sideral - que não é exatamente com o relógio que usamos (no caso do Brasil é o horário de Brasília - cada local tem seu fuso especifico,) que é a metade do tempo da hora exata entre o por e o nascer do sol -, temos uma oportunidade maior de revelarmos mais Luz para nós e para a humanidade.
Por este motivo nós propomos o estudo depois da meia-noite. Vamos nos somar aos diversos grupos que existem fazendo esse trabalho e criar uma massa, crítica acelerando a vinda do Messias."
Para participar desta empreitada, basta acessar:
https://www.facebook.com/pages/Zohar-para-uma-causa/205561879512264
Lech LeShalom!
Alguns dos lugares onde podemos por em prática o uso desta maravilhosa ferramenta são:
dailyzohar.com
unityzohar.com
Juntamente com duas amigas cabalistas, estou colocando em prática mais um movimento para usarmos o Zohar a fim de iluminar o mundo. Chama-se "Zohar por uma causa" e iremos nele direcionar o escaneamento coletivo para algum objetivo proeminente, como para cura de alguma doença, ou reversão de alguma catástrofe natural, ou para que se cheguem a acordos pacíficos nas mais diversas disputas no mundo.
A partir da meia noite, sempre haverá um propósito e o link para o texto do Zohar a ser escaneado.
Aqui está uma explicação sobre o Zohar e seus usos, feito pela minha amiga Maria Emília:
"ZOHAR é um livro escrito há mais de 2000 anos que contém toda decodificação dos segredos da Torá/Velho Testamento.
Esse conhecimento era exclusivo para os homens que estudavam a Torá e tinham que atender aos critérios rígidos para ter acesso a esse conhecimento, que era transmitido de forma oral. Esse estudo chama-se Kabbalah.
Pensando em preservar esse conhecimento, que foi proibido no início da era cristã, Rabi Shimon bar Yohai, se refugiou numa caverna com seu filho por 13 anos e ensinava para outros alunos também. Esses diálogos, que têm a explicação cabalística das passagens da Torá, foram redigidos por um de seus alunos e ficaram desaparecidos por cerca de 12 séculos. Localizados na Espanha, depois de todo esse tempo, eles chegam às mãos de Rabi Isaac Lúria - O Ari (Leão) – que, usando o mesmo procedimento, ensina aos seus alunos o que está neste pergaminho. Estes diálogos foram também transcritos por um aluno com mais detalhes e explicações.
Esse material é conhecido como “ Os Escritos de Ari”, suas explicações deram origem ao estudo que aprendemos hoje, chamado Kabbalah Luriana (Luria/Ari).
Este pergaminho chega, ao longo dos séculos, passando de um mestre a outro, até Rav Ashlag. Este o transcreve para o hebraico, por que o texto estava escrito em aramaico, e funda o Centro de Kabbalah, com o propósito de distribuir esse conhecimento através da edição desse pergaminho em formato de livro, que passa a ser intitulado ZOHAR (Explendor).
O nome é por que seu texto resplandece o Conhecimento do Sagrado que é a LUZ que elimina o caos do mundo. Cada Parashá (porção) da Torá, revela mistérios, segredos, ensinamentos, conhecimentos, tecnologias, que são o embasamento para construirmos uma massa crítica de pessoas com a consciência certa e proporcionarmos, dessa forma, a chegada do Messias.
Nos dias atuais, o conhecimento contido no Zohar - A Kabbalah, é amplamente estudada pelo mundo afora, através de Centros de Estudos em diversos lugares e também pela facilidade que a internet proporciona em aulas e eventos online.
Rav Berg e sua família, estão à frente do maior centro de divulgação da Kabbalah no mundo e são eles o mais importante canal para essa oportunidade que temos de estudar Kabbalah e TERMOS um ZOHAR.
Não é necessário saber hebraico, aramaico, para estudarmos o Zohar, basta olharmos (olhos janelas da alma) para as letras, que conectamos com a energia de todos os mestres que proporcionaram de geração em geração, nós termos um Zohar em nossas mãos...
Quando estudamos, ou escaneamos as diversas passagens deste sagrado texto, com desejo correto, abrimos nossa alma para receber a luz que vem da origem, do Gênesis (semente de tudo) onde só existe Luz, abundância, e atraímos bençãos, milagres e curas para nossa vida e para toda a humanidade, por que somos um.
Os Cabalistas explicam que, após a meia-noite sideral - que não é exatamente com o relógio que usamos (no caso do Brasil é o horário de Brasília - cada local tem seu fuso especifico,) que é a metade do tempo da hora exata entre o por e o nascer do sol -, temos uma oportunidade maior de revelarmos mais Luz para nós e para a humanidade.
Por este motivo nós propomos o estudo depois da meia-noite. Vamos nos somar aos diversos grupos que existem fazendo esse trabalho e criar uma massa, crítica acelerando a vinda do Messias."
Para participar desta empreitada, basta acessar:
https://www.facebook.com/pages/Zohar-para-uma-causa/205561879512264
Lech LeShalom!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Shana Tova 5772
SHANA TOVA !!!
Que tenhamos um 5772 doce e cheio de Luz!
Que alcancemos Machiach aqui e agora!
Imagem extraída de: http://www.amityaffe.com/
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Patach Eliahu
Uma das formas mais interessantes de se atrair a misericórdia para o mundo é sentir a dor dos outros como se fosse nossa.
Compaixão, no sentido cabalista, não é sentir pena do outro e, sim, ser capaz de entrar na pele do outro e sentir a dor que ele sente. Isto, faz parte do mandamento de "amar ao próximo como a si mesmo".
Na Sintonia Semanal desta semana, o cabalista Yehuda Berg nos escreve:
"(...) Todos nós possuímos um sentimento inato natural de compaixão quando escutamos falar dos problemas dos outros. Mas existe uma grande distância entre esse sentimento de compaixão e realmente sentir a dor de outra pessoa como se fosse nossa.
Mesmo quando se trata de pequenas doenças como uma gripe, um resfriado ou uma dor de estômago – que todos nós já sentimos – não é fácil para nós despertar sentimento pela dor e o desconforto dos outros como se fossem nossos. E isso é muito mais verdadeiro quando alguém está passando por um desafio ainda maior, um desafio que nunca tenhamos enfrentado.
Vocês devem estar se perguntando por que precisamos desenvolver esse sentimento cada vez mais forte pela dor dos outros.
Um dos motivos é ‘alimentar a máquina’ que conduz nosso crescimento espiritual e nosso desejo de ajudar o mundo. Se nosso desejo pelo crescimento espiritual for limitado pela nossa própria necessidade de plenitude, então quando nos sentirmos felizes ou em uma posição espiritual relativamente boa, nossa motivação para o trabalho espiritual e para ajudar os outros diminuirá. Mas se continuarmos a aumentar o nosso desejo de sentir a dor do outro como nossa própria dor, podemos ter uma fonte inesgotável de determinação para aumentar sempre o nosso trabalho espiritual.
É claro que podemos estar confortáveis neste momento, mas e os milhões de pessoas que estão sofrendo ao nosso redor? Ligue sua televisão, leia as estatísticas sobre doenças, as taxas de suicídio, os números crescentes de desemprego. Nosso trabalho pode e deve ajudar incontáveis pessoas, e precisamos apreciar esse nosso poder, não importa onde estejamos na cadeia da vida. Quando nos transformamos, influenciamos o quantum de transformação.
(...)
Não posso reenfatizar o suficiente a importância desse ensinamento, e muitas pessoas podem achar que conhecem essa verdade espiritual. Mas todos nós temos que nos perguntar: “Será que eu realmente sinto a dor da outra pessoa?” Adquira o hábito de fazer esta pergunta cada vez que uma situação o confrontar – com seus amigos, familiares e com as pessoas com quem você interage no dia a dia.
Esta semana, encontre alguém cuja dor, cujo peso você possa assumir. Imagine o nosso mundo com um pouco menos de dor e multiplique isso por seis bilhões. Você pode aliviar esta carga."
Existe um ferramenta cabalista que ajuda a abrir nosso coração para a dor do mundo: o Patach Eliahu (Elias Abriu).
Patch Eliahu é uma parte do Tikkunei Zohar (70 comentários que Shimon Bar Yochai faz sobre a palavra Bereshit).
Baixe a ferramenta aqui: Patach Eliahu
Esse link é da página Daily Zohar.
O profeta Elias possui a chave para abertura de Binah, fazendo o fluxo de Chochmah chegar até as sefirot inferiores. Binah, no corpo humano, é o coração.
No texto do Patach Eliahu, temos a descrição do fluxo que vai do Infinito, das 10 Sefirot e de sua correspondência com o corpo humano, fazendo, assim, a ponte de letras hebraicas que abre o nosso coração para que flua a Luz do Infinito até Malchut.
Ao abrir nosso coração, tornamo-nos sensíveis às dores do mundo.
O modo de utilizar o Patach Eliahu é:
a) Visualizando o texto em aramaico (da direita para a esquerda) antes de acordar e antes de dormir; ou
b) Visualizando o texto em aramaico antes do Sol nascer; ou
c) Visualizando o texto em aramaico à meia-noite.
O ideal é que seja feito todos os dias para irmos quebrando as clipot (cascaas) que cobrem o coração paulatinamente.
Quem souber aramaico, deve recitar o texto também.
Quem não souber aramaico pode visualizar (escanear) o texto e depois ler a tradução do mesmo.
Kol Tov!
Compaixão, no sentido cabalista, não é sentir pena do outro e, sim, ser capaz de entrar na pele do outro e sentir a dor que ele sente. Isto, faz parte do mandamento de "amar ao próximo como a si mesmo".
Na Sintonia Semanal desta semana, o cabalista Yehuda Berg nos escreve:
"(...) Todos nós possuímos um sentimento inato natural de compaixão quando escutamos falar dos problemas dos outros. Mas existe uma grande distância entre esse sentimento de compaixão e realmente sentir a dor de outra pessoa como se fosse nossa.
Mesmo quando se trata de pequenas doenças como uma gripe, um resfriado ou uma dor de estômago – que todos nós já sentimos – não é fácil para nós despertar sentimento pela dor e o desconforto dos outros como se fossem nossos. E isso é muito mais verdadeiro quando alguém está passando por um desafio ainda maior, um desafio que nunca tenhamos enfrentado.
Vocês devem estar se perguntando por que precisamos desenvolver esse sentimento cada vez mais forte pela dor dos outros.
Um dos motivos é ‘alimentar a máquina’ que conduz nosso crescimento espiritual e nosso desejo de ajudar o mundo. Se nosso desejo pelo crescimento espiritual for limitado pela nossa própria necessidade de plenitude, então quando nos sentirmos felizes ou em uma posição espiritual relativamente boa, nossa motivação para o trabalho espiritual e para ajudar os outros diminuirá. Mas se continuarmos a aumentar o nosso desejo de sentir a dor do outro como nossa própria dor, podemos ter uma fonte inesgotável de determinação para aumentar sempre o nosso trabalho espiritual.
É claro que podemos estar confortáveis neste momento, mas e os milhões de pessoas que estão sofrendo ao nosso redor? Ligue sua televisão, leia as estatísticas sobre doenças, as taxas de suicídio, os números crescentes de desemprego. Nosso trabalho pode e deve ajudar incontáveis pessoas, e precisamos apreciar esse nosso poder, não importa onde estejamos na cadeia da vida. Quando nos transformamos, influenciamos o quantum de transformação.
(...)
Não posso reenfatizar o suficiente a importância desse ensinamento, e muitas pessoas podem achar que conhecem essa verdade espiritual. Mas todos nós temos que nos perguntar: “Será que eu realmente sinto a dor da outra pessoa?” Adquira o hábito de fazer esta pergunta cada vez que uma situação o confrontar – com seus amigos, familiares e com as pessoas com quem você interage no dia a dia.
Esta semana, encontre alguém cuja dor, cujo peso você possa assumir. Imagine o nosso mundo com um pouco menos de dor e multiplique isso por seis bilhões. Você pode aliviar esta carga."
Existe um ferramenta cabalista que ajuda a abrir nosso coração para a dor do mundo: o Patach Eliahu (Elias Abriu).
Patch Eliahu é uma parte do Tikkunei Zohar (70 comentários que Shimon Bar Yochai faz sobre a palavra Bereshit).
Baixe a ferramenta aqui: Patach Eliahu
Esse link é da página Daily Zohar.
O profeta Elias possui a chave para abertura de Binah, fazendo o fluxo de Chochmah chegar até as sefirot inferiores. Binah, no corpo humano, é o coração.
No texto do Patach Eliahu, temos a descrição do fluxo que vai do Infinito, das 10 Sefirot e de sua correspondência com o corpo humano, fazendo, assim, a ponte de letras hebraicas que abre o nosso coração para que flua a Luz do Infinito até Malchut.
Ao abrir nosso coração, tornamo-nos sensíveis às dores do mundo.
O modo de utilizar o Patach Eliahu é:
a) Visualizando o texto em aramaico (da direita para a esquerda) antes de acordar e antes de dormir; ou
b) Visualizando o texto em aramaico antes do Sol nascer; ou
c) Visualizando o texto em aramaico à meia-noite.
O ideal é que seja feito todos os dias para irmos quebrando as clipot (cascaas) que cobrem o coração paulatinamente.
Quem souber aramaico, deve recitar o texto também.
Quem não souber aramaico pode visualizar (escanear) o texto e depois ler a tradução do mesmo.
Kol Tov!
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